segunda-feira, 2 de agosto de 2010


Após a conquista da Copa do Mundo de 1970, o Brasil ganhou a posse definitiva da Taça Rimet Jules , a partir de 1974, então, a Taça FIFA substituiu o antigo troféu. A nova taça foi criada por Silvio Gazzaniga e produzida por Milano Bertoni.

O troféu que representa duas figuras humanas segurando o planeta Terra pesa 6.175kg e é composto de 5kg de ouro 18-quilates sólido e mais uma base contendo duas camadas de malaquita.

A taça possui em sua base a gravação “Copa do Mundo FIFA” (“FIFA World Cup“), além do nome de todas as seleções que ganharam a Copa do Mundo, desde 1974. Até o hoje nove campeões foram gravados e há espaço para o nome dos campeões até a Copa de 2038, após isso a FIFA deve mudar a taça.

Diferentemente da Taça Jules Rimet o novo troféu não terá a posse permanente de um país, independente do número de títulos, porém o campeão do torneio fica com o troféu por quatro anos e após isso recebe uma réplica.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Do que é feita a rede do gol?


O material utilizado na fabricação das redes é poliamida – mais conhecida por nylon – e polietileno, sendo que a tração suporta igual ao aço e pesa 7 vezes menos.
Os fabricantes recomendam evitar que produtos químicos abrasivos e de limpeza entrem em contato com as redes, principalmente os que contêm
cloro em sua composição, e também o contato de objetos pontiagudos e cortantes.

Composição das Chuteiras






Uma característica própria das chuteiras é a presença de travas na sola, que impedem que o jogador escorregue no gramado e se machuque.
No início do século XX, as chuteiras eram botas enormes. Com aperfeiçoamento tecnólogico, foram diminuindo até alcançar o formato atual, com requintes inimaginados naquela época: sob medida, com formato próprio para dar à bola o melhor efeito de vôo com o chute, etc.

Características das chuteiras usadas na Copa

Modelos e pesos:

Nike

  • Mercurial vapor Superfly II, PESO: 236 g.
  • CTR360Maestri, PESO: 260 g.
  • Total90 Laser III, PESO: 285 g.
  • Tiempo Legend III, PESO: 258 g.

Adidas

  • F50, PESO: 165 g.
  • Predador X, PESO: 330 g.
  • adiPURE III, PESO: 290 g.

Puma

  • King, PESO: 230 g.

Diadora

  • Lk K-PRO 2, PESO: 287 g.

Entre outras...

Composição Química das tintas usadas para pintar o rosto


Existem vários tipos de tintas, mas a maioria delas são tóxicas para a pele. A mais recomendada para pintar os rostos, são feitas geralmente de água e glicerina.

Material usado na Vuvuzela


Originalmente feito de bronze, A vuvuzela tornou-se popular na África do Sul na década de 1990. Em 2001, África do Sul, empresa baseada Masincedane Sport começou a produzir em massa um plástico versão.

Vuvuzela para Copa do Mundo


A Copa do Mundo mais uma vez chegou para movimentar diversos países em um único evento. O maior torneio de futebol atrai pessoas de todos os tipos e personalidades e nesse ano o país sede está sendo a África do Sul, país que muito tempo foi considerado miserável e com um extremo preconceito. O Brasil é considerado o país do futebol mesmo não sendo em números o maior ligado ao assunto. Com isso, a torcida é uma das mais fervorosas em todo o mundo, mas quem está se destacando nesse ano é a própria torcida da África do Sul.

Os africanos mostram todo o calor de bons anfitriões e o barulho é inacreditável, mesmo por que eles contam com a ajuda das vuvuzelas, cornetas extremamente barulhentas. As cornetas ficaram famosas na Copa de 2010 e estão sendo usadas por todas as torcidas, mas em grande maioria pela Sul-Africana.

Não existem tantos modelos de vuvuzela, são quase todas idênticas. O que muda é a cor. Normalmente ou é amarela ou verde. O barulho nos jogos é algo que chega a incomodar os jogadores, mas as vuvuzelas não estão sendo proibidas, pelo contrário, estão fazendo cada vez mais sucesso.

Os preços de vuvuzela são bem acessíveis. Em grandes comércios pelo Brasil, por exemplo, a média de preço é de $5 à R$10, dependendo da loja escolhida. As barulhentas cornetas podem ser médias ou então grandes, mas ambas produzem o meso som. Aqui no Brasil muitas pessoas estão fazendo o uso da vuvuzela, peça que se tornou indispensável em qualquer torcida no Mundial da África do Sul 2010.

A vuvuzela para copa do mundo pode ser encontrada com facilidade em milhares de lojas pelo Brasil e em outros países onde a corneta está sendo usada. Alguns jogadores estão até usando tampões de ouvido nos jogos da Copa desse ano para que o extremo volume de milhares de vuvuzelas ao mesmo tempo não atrapalhe a concentração do jogo. Para as torcidas tudo é festa e o importante é realmente fazer muito barulho.

Vuvuzela nos Estádios

Vídeos





Qúimica em Campo.





A emoção está no ar. Ou melhor, no campo. Futebol é assim mesmo, um espetáculo que mexe com todos, inclusive com a Química. Uma verdadeira equipe de produtos químicos marca presença nos estádios. E, apesar de alguns nomes que, caso fosse necessário serem pronunciados durante a partida, certamente levariam locutores ao desespero, sem essa equipe química o futebol perderia muito do seu colorido.

Repare no gramado. Lá podem estar os fertilizantes agrícolas superfosfato triplo, cloreto de potássio e sulfato de amônio, que jogam em conjunto com os herbicidas para manter verde, firme e uniforme.

É comum observar que a maioria dos campos de futebol apresenta falhas de grama em certas partes, principalmente naquela onde os goleiros mais atuam. Isto se dá em virtude do constante pisoteio por parte dos jogadores. Esse pisoteio gera uma compactação no solo.

A compactação do solo impede a penetração do oxigênio até a raiz da grama. Com pouco ou nenhum oxigênio, a grama acaba morrendo. É isto o que ocorre nas partes chamadas "peladas" dos gramados dos campos de futebol. Além de enfeiar o gramado, essas áreas sem grama dificultam o desempenho dos jogadores.

Em campos que usam sistemas de drenagem, o risco de compactação do solo é menor graças aos eficientes recursos que são utilizados. Mas, por esta mesma razão, há uma relativa perda na capacidade de retenção de umidade no solo, exigindo que a irrigação seja praticada com maior freqüência.

Composição da Jabulani


Uma das estrelas do torneio a bola da Copa do Mundo foi batizada de "Jabulani", que no idioma africano significa "comemorar" ou "celebrar". O ponto alto está na estrutura e design. A Jabulani foi desenhada para representar o número de jogadores de cada time, o número de línguas oficiais do país sede (11 no total) e o número de tribos que formam a África.




Composição :


  • Confeccionada em 90% poliuretano termoplástico, 10% poliuretano, materiais altamente resistentes e duráveis,

  • Peso: aproximadamente 433 gramas,

  • Circunferência : 82 cm ,

  • Pressão : 0. 5 - 0.7 bar/7.3-10.2 psi

sábado, 10 de julho de 2010

O Uniforme

Para os uniformes, estão escaladas as microfibras de poliéster, mais resistentes a puxões ( atenção para o cartão amarelo) mais leves e confoetáveis. Condução de suor, efeito bacteriostático e proteção UV são algumas das propriedades dos tecidos sintéticos que vestem os esportistas.




A camisa oficial da seleção brasileira nesta copa é 100% verde - De acordo com a fabricante, a camisa é construída com 100% de materiais recicláveis: oito garrafas plásticas foram utilizadas na confecção de cada peça. Foram escolhidas garrafas de lixões do Japão e Taiwan, que, após serem processadas e transformadas em poliéster confeccionaram as camisas das dez seleções patrocinadas pela Nike.


As garrafas são lavadas para a remoção de impurezas e cortadas em pequenos flocos, que então são derretidas para se transformarem em fios bem finos. É a partir desses fios que se forma o poliéster que compõe o tecido.
Costura sem fio: Outra novidade da camisa canarinho é sua costura, que usa cola ao invés de fios, algo semelhante ao que é feito com uniformes de Fórmula 1 com o objetivo de reduzir o peso total do conjunto carro e piloto. Para os atletas, o resultado é também uma camisa mais leve, pesando apenas 160 gramas, cerca de 15% menos do que a utilizada pela seleção na Copa de 2006 de acordo com o fabricante.



A camisa que vestiu a seleção brasileira na disputa pelo hexocampeonato, por exemplo, pesou 50% menos do que a usada pela equipe tricampeã em 1970.

Os uniformes dos times que participam da Coap do Mundo de Futebol deste ano são verdadeiras vitrines para o avanço da quimica aplicada à tecnologia têxtil. Vejamos:
* O dióxido de titânio (tiO²) agregado ao fio aumenta a proteção.
Estão disponíveis no mercado os fios com efeito bacteriostático, que controlam a população de bactérias geradoras dos maus odores do corpo.
A propriedade bacteriostática é obtida com adição de substâncias quimicas que se incorporam ao fio, o que garantiu sua permanência na roupa mesmo depois das lavagens.
Para quem se expõe ao sol na prática de esportes, a tecnologia quimica concebeu um fio que aumenta o bloqueio dos raios ultravioletas, causadores do câncer de pele.

O setor têxtil, valendo-se na nanotecnologia, também produz fios capazes de liberar no corpo produtos como cremes hidratantes, perfumes, protetores solares e medicamentos. Eles são acondicionados em microcápsulas incorporadas à estrutura molecular das fibras e liberados em condições pré-determinadas. As nanocápsulas de perfume, por exemplo, se rompem a uma determinada temperatura.
Além de desenvolver produtos que garantem maior conforto ao usuário, o setor têxtil pesquisa novas matérias-primas sintéticas, uma vez que hoje elas são produzidas a partir de uma fonte não renovável: o petróleo. As atenções estão voltadas aos chamados biotêxteis que são fibras produzidas a partir de soja, milho, amendoim e outras plantas. Várias pesquisas estão centralizando esforços na obtenção de fibras originalizadas de folhas de bananeira, garrafas PET's (como foi usada na Copa deste ano), pêlos de cachorro e resto de jeans.



Por: Equipe "Fotos"

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Quantas calorias os jogadores perdem em uma partida?


A queima de calorias ou gasto calórico em qualquer atividade física, seja atividades do cotidiano ou atividades esportivas voltadas para o lazer ou o auto-rendimento, depende de fatores individuais como composição corporal, condicionamento físico e participação efetiva durante a atividade física além do tempo e da intensidade da atividade física. Também devemos levar em consideração, no caso de esportes coletivos como o futebol, a condição técnica e o esquema tático das equipes.

Por meio de um compêndio elaborado para o futebol e publicado em revista de grande impacto na literatura científica é possível calcular o gasto energético durante a partida de futebol.

Compêndio ( intensidade da atividade )

1. Futebol competitivo 10,0 METs

FÓRMULA:

Gasto calórico = intensidade x massa corporal x duração

Onde:
Massa corporal = peso da pessoa em Kg
Duração = tempo gasto na atividade em horas
Intensidade = tabela acima

Também existem várias tabelas que preconizam o gasto calórico em uma partida de futebol por volta de
450 a 1000 Kcal (quilocalorias).


Vuvuzela:O som da copa 2010


Elas são uma das marcas registradas da Copa da África. Não se pode dizer que chegaram de mansinho e foram conquistando espaço aos poucos. Não. Elas já chegaram zoando, aos milhares, em coro desafinado, infernizando os ouvidos de quem está nos estádios e até de quem assiste aos jogos pela televisão. Mas o que torna o som da vuvuzela tão irritante? Trevor Cox, presidente do Instituto de Acústica do Reino Unido e engenheiro acústico da Universidade de Salford, de Manchester, tem lá sua explicacões, que ganharam destaque na revista New Scientist.

A vuvuzela é tocada meio soprando, meio vibrando os lábios. O movimento, diz Trevor Cox, é frenético: os lábios vibram nada menos que 235 vezes por segundo, enviando ar pelo tubo, e provocando uma forte ressonância no espaço cônico.

"Uma única vuvuzela, tocada por um músico competente, remete a um som ancestral, como o de uma trompa de caça. Mas o som é menos agradável quando ela é tocada por um fã de futebol, já que as notas são imperfeitas. Além disso, cada torcedor toca com uma intensidade e frequência diferente, causando uma zoeira, parecida com zumbido de insetos ou um berro de elefante", explica Trevor.

O som é alto devido ao seu formato cônico. Além disso, por causa do material que é feita, plástico, a vuvuzela se dilata. "Um instrumento que se dilata tem harmonias com frequências mais altas do que um cilíndrico, tipo a flauta", acrescenta Trevor Cox. "É como o saxofone, com sua boca em forma de cone, que soa mais alto que uma flauta cilíndrica."

E a danada é barulhenta mesmo. Emite 116 decibéis a uma distância de um metro ¿ o limite tolerável estipulado pela Organização Mundial de Saúde é de 80 decibéis. A exposição prolongada à vuvuzela apresenta risco à audição, de acordo com um estudo do Departamento de Patologia da Comunicação da Universidade de Pretória, África do Sul.

"Se ouvirmos apenas um instrumento por um período entre sete e 22 segundos, ultrapassamos os níveis típicos permitidos de barulho no trabalho, por exemplo", ilustra o cientista britânico. "Uma multidão produz níveis ainda mais altos, e medições em um treino revelaram perda de audição temporária entre os espectadores", finaliza o pesquisador.




Físico explica velocidade da Jabulani


A Copa do Mundo da África do Sul tem muitas estrelas, mas talvez nenhuma seja tão polêmica quanto a Jabulani – a bola oficial do mundial da FIFA.

Segundo um físico australiano, para o bem ou para o mal, ela vai sim causar diferenças nas partidas do campeonato.

“A bola será mais rápida e fará mais curvas do que a sua antecessora”, diz Derek Leinweber, chefe do Departamento de Física e Química da Universidade de Adelaide.

A grande diferença da Jabulani para sua antecessora são as texturas, que devem criar turbulência o suficiente em volta da bola para que ela sustente seu vôo por mais tempo. Mas, para entender isso, é preciso dar uma olhada na aerodinâmica de um lance.

“Quando recebe um chute, a bola forma em volta de si uma fina camada de ar que é a principal responsável pela maneira como ela viaja”, diz Leinweber. “O ar tem que contornar a bola, passar ao seu redor quando ela é lançada. Assim, o ar que está perto dela tem que fazer uma trajetória maior do que o ar que está afastado de sua superfície, criando uma região de baixa pressão”, diz. O princípio é o mesmo de uma asa de avião.

Pensando numa bola de 32 painéis, vemos que ela tem irregularidades em sua superfície, diferenças milimétricas nos painéis que fazem com que ela não fique tão lisa – logo, o ar não “agarra” tanto a bola. “Já com a Teamgeist, o problema era justamente o contrário: ela é super lisa, quase uma esfera perfeita – o que dá um efeito similar ao de uma bola de criança”, diz o professor. A referência são aquelas grandes bolas plásticas, que ganham altura durante o vôo mas caem abruptamente – justamente porque, sem ranhuras que “segurem” o ar, ela não consegue dar “efeitos”.

Já a Jabulani, muito mais perfeitamente esférica que a de 32 painéis, porém com pequenas cristas e ranhuras que a tornam menos lisa que a Teamgeist, é radicalmente diferente. “Ela vai se curvar muito mais e ser mais rápida porque mantém o ar de baixa pressão perto dela”, diz o físico. A diferença é que essa curva acontece no final da trajetória, o que pode surpreender os goleiros preparados para receber a bola em determinado canto do gol.

Em números, isso significa que, em altas velocidades, a Jabulani tende a se manter mais tempo no ar. A aerodinâmica faz com que, a velocidades de 10 m/s, por exemplo, sua resistência seja 4 a 5 vezes menor do que a Teamgeist – o que a fará ir muito mais longe. A curvatura da Jabulani também será maior: ela pode ir parar um metro mais para o lado do que a Teamgeist faria nas mesmas condições.

E isso poderia influenciar o resultado de uma partida? “Difícil dizer. Mas acho que não... De qualquer forma, minha torcida fica com a Austrália”, diz o professor. É torcer para que, nesse caso, ele esteja errado a física não interfira no resultado.